Se há coisa que aprendi é que as pessoas não aprendem com os erros. É frustrante, cansativo, angustiante ver pessoas a errar contantemente e ainda assim, a repetirem o mesmo erro, vezes e vezes sem conta! Porquê? Ponho algumas hipóteses em cima da mesa:
Puro masoquismo. Há pessoas que gostam mesmo de sofrer, tem gosto pela dor. Não as censuro, mas será essa a melhor maneira procurarem resolução para os problemas?
Sem outra opção. Bem, aqui podemos pensar que isto é tudo treta. Na verdade nada é impossível, há inumeras opções por onde escolher.
Um refúgio. A ideia de refugio resume-se a pessoas que acham que não têm por onde fugir, que andar em circulos pela vida é a melhor maneira.
Encontrar a perfeição. A perfeição é inalcançável, aliás, o conceito de perfeição é diferente para todas as pessoas, mas há pessoas que teimam em querer lá chegar. Para isso, fazem as coisas repetidamente, mesmo que isso as prejudique, até que as coisas fiquem do jeito que elas querem.
Talvez não haja maneira de mudar a maneira de pensar das pessoas.
No final, chego a uma simples conclusão...não consigo mais tentar consertar algo que tem conserto. É um erro que jamais poderei perdoar. Eu queria, queria mesmo, mas ando às voltas na cama à procura de uma solução e ela nunca aparece. Talvez um dia olhe para isto de maneira diferente, mas hoje estou demasiado cansada de chorar, de sentir a minha garganta seca, de ter o estomago apertado, com nauseas, e depois de uns longos 3 anos, acho que mereço um bom descanso. Vou sentir saudades das vezes em que tocava no teu bigode e ele picava as minhas mãos que teimavam em ir lá tocar, do teu colo, que quando chegavas e me abraçavas bem forte, quando passeávamos à beira rio, quando me compravas o gelado que eu mais queria, quando eras o meu herói, quando apanhava mais peixes que tu. Mas hoje, estou cansada. Mereço sair daqui, fugir, refugiar-me, rir-me com vontade e não por
obrigação, chorar de felicidade, fazer algo que realmente gosto, correr,
escrever, ir onde nunca fui. Descansar.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Afinal eras tu.
Afinal eras tu com quem eu sonhava todas as noites. Eras tu quem eu desejava. Eras tu a pessoa que eu queria ao meu lado ao acordar, com o peito nu, despido de medos e receios, sereno. Eras tu que tinhas todos os defeitos perfeitos.
Imagino-nos daqui a uns anos...tu, deitado com a cabeça sobre as minhas pernas, enquanto escrevo sobre ti, sobre o que sinto sobre ti. Imagino-me, a conhecer todas as linhas do teu corpo. Imagino-nos na praia, a ver o pôr do sol.
Não quero que saibas dançar, só quero que te saibas embalar ao sabor dos meus movimentos, que a minha cabeça esteja encostada ao teu peito, agarrada ao teu pescoço enquanto ouvimos musicas que nos marcaram. Não quero que saibas sorrir, quero que olhes para mim e que os teus olhos me digam o que preciso de ouvir. Não quero que me dês o mundo, quero te entregues a mim. (Porque é que o mundo me parece tão pequeno comparado com o que és comigo, com o que somos juntos?) Não quero que me ames demasiado, nem pouco, nem assim assim, quero que me saibas amar.
Quero que te percas comigo, que caminhemos pelos mesmos caminhos, que tenhamos as mesmas pegadas. Quero cozinhar para ti todas as noites e vestir o teu pijama com o teu cheiro. Quero conhecer todos os teus segredos. Quero ser a pessoa que faz o teu coração acelerar e que te deixa nervoso.
Contigo consigo imaginar um futuro. Talvez seja exagerado, demasiado cedo ou precipitado, mas contigo consigo imaginar o mundo de todas as formas e feitios, contigo presente nele e na minha vida.
Afinal eras tu, sempre foste. E depois de tantos erros cometidos, de tantas pessoas falhadas e passadas, tu vieste, como uma lufada de ar fresco. Nem acredito que me fizeste esperar tanto tempo, que me deixaste chorar por tantas pessoas que não mereciam. Culpo-te por teres demorado tanto, culpo-te por roubares o meu coração por mais danificado que esteja, mas vieste, e nada me deixa mais feliz.
Afinal eras tu.
Imagino-nos daqui a uns anos...tu, deitado com a cabeça sobre as minhas pernas, enquanto escrevo sobre ti, sobre o que sinto sobre ti. Imagino-me, a conhecer todas as linhas do teu corpo. Imagino-nos na praia, a ver o pôr do sol.
Não quero que saibas dançar, só quero que te saibas embalar ao sabor dos meus movimentos, que a minha cabeça esteja encostada ao teu peito, agarrada ao teu pescoço enquanto ouvimos musicas que nos marcaram. Não quero que saibas sorrir, quero que olhes para mim e que os teus olhos me digam o que preciso de ouvir. Não quero que me dês o mundo, quero te entregues a mim. (Porque é que o mundo me parece tão pequeno comparado com o que és comigo, com o que somos juntos?) Não quero que me ames demasiado, nem pouco, nem assim assim, quero que me saibas amar.
Quero que te percas comigo, que caminhemos pelos mesmos caminhos, que tenhamos as mesmas pegadas. Quero cozinhar para ti todas as noites e vestir o teu pijama com o teu cheiro. Quero conhecer todos os teus segredos. Quero ser a pessoa que faz o teu coração acelerar e que te deixa nervoso.
Contigo consigo imaginar um futuro. Talvez seja exagerado, demasiado cedo ou precipitado, mas contigo consigo imaginar o mundo de todas as formas e feitios, contigo presente nele e na minha vida.
Afinal eras tu, sempre foste. E depois de tantos erros cometidos, de tantas pessoas falhadas e passadas, tu vieste, como uma lufada de ar fresco. Nem acredito que me fizeste esperar tanto tempo, que me deixaste chorar por tantas pessoas que não mereciam. Culpo-te por teres demorado tanto, culpo-te por roubares o meu coração por mais danificado que esteja, mas vieste, e nada me deixa mais feliz.
Afinal eras tu.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Alguém.
Se pensar bem, não consigo pensar quantas pessoas já passaram pela minha vida. Os meus dedos das mãos não chegam para contá-las.
Se pensar bem, não consigo pensar nas inumeras pessoas que me prometeram ficar e simplesmente foram embora. Sem quê nem porquê, sem qualquer explicação. As promessas ficaram, mas as pessoas não.
As pessoas vão e vêm, prometem, juram, dizem e voltam a dizer. No final, juntas fotos e lembranças. Só isso restou.
Só queria alguém que realmente ficasse, sem promessas, sem juras, apenas ficasse. Queria alguém que me dissesse o quão eu sou bonita. Queria alguém que gostasse do cheiro do meu cabelo, da cor dos meus olhos, do sabor das minhas palavras. Queria alguém que não tivesse vergonha de andar de mão dada comigo na rua. Alguém que me levasse a dançar numa praia à noite, sem musica, só com o som das nossas respirações e do som a passar entre os nossos corpos. Queria alguém que me levasse a jantar comida barata. Queria alguém que me desse o casaco quando tivesse frio e que me desse um beijo na testa ao adormecer. Queria alguém que me confiasse a vida, que não tivesse medo de me contar as suas aventuras mais estranhas, de me contar a sua vida de uma ponta à outra com receio de me cansar de a ouvir. Queria alguém que sorrisse quando me visse. Queria alguém que ouvisse as minhas musicas, só porque eu gosto. Não quero promessas. Não quero mundos e fundos.
Quantas vezes sonhas com isto? Poder ter um amor real e verdadeiro digno de um romance. Um amor que te desperte todos os sentimentos escondidos nas tuas entranhas. Um amor que te deixa feliz ao amanhecer e ao anoitecer.
Queria alguém que ficasse, pura e simplesmente ficasse.
Se pensar bem, não consigo pensar nas inumeras pessoas que me prometeram ficar e simplesmente foram embora. Sem quê nem porquê, sem qualquer explicação. As promessas ficaram, mas as pessoas não.
As pessoas vão e vêm, prometem, juram, dizem e voltam a dizer. No final, juntas fotos e lembranças. Só isso restou.
Só queria alguém que realmente ficasse, sem promessas, sem juras, apenas ficasse. Queria alguém que me dissesse o quão eu sou bonita. Queria alguém que gostasse do cheiro do meu cabelo, da cor dos meus olhos, do sabor das minhas palavras. Queria alguém que não tivesse vergonha de andar de mão dada comigo na rua. Alguém que me levasse a dançar numa praia à noite, sem musica, só com o som das nossas respirações e do som a passar entre os nossos corpos. Queria alguém que me levasse a jantar comida barata. Queria alguém que me desse o casaco quando tivesse frio e que me desse um beijo na testa ao adormecer. Queria alguém que me confiasse a vida, que não tivesse medo de me contar as suas aventuras mais estranhas, de me contar a sua vida de uma ponta à outra com receio de me cansar de a ouvir. Queria alguém que sorrisse quando me visse. Queria alguém que ouvisse as minhas musicas, só porque eu gosto. Não quero promessas. Não quero mundos e fundos.
Quantas vezes sonhas com isto? Poder ter um amor real e verdadeiro digno de um romance. Um amor que te desperte todos os sentimentos escondidos nas tuas entranhas. Um amor que te deixa feliz ao amanhecer e ao anoitecer.
Queria alguém que ficasse, pura e simplesmente ficasse.
domingo, 4 de agosto de 2013
Só mais uma.
Não te contentes com o pouco. Não te contentes com o assim assim ou o mais ou menos.
Não te contentes com alguém que simplesmente não te quer. Aos teus olhos ela é a pessoa mais bonita, com os melhores atributos, com a melhores qualidades. Aos teus olhos não vês nada de errado. Mas ela não te quer mais ou já não te vê da mesma maneira. És a melhor pessoa com ela, a mais carinhosa, a mais querida, mas isso não adianta, ela não te quer, não vê nada dessas coisas em ti.
Aprende a viver com os factos, com a realidade.
Não adianta passares horas à espera de uma chamada que não vem. Não adianta lembrares de coisas que passaram juntos, de musicas que vos uniam, da roupa que ela deixou em tua casa ou do cheiro na tua almofada. A verdade é que nunca vais poder apagar nada do que se passou mas não te sujeites ao sofrimento por alguém que não te quer, não sujeites o teu pensamento a reviver mil vezes a mesma coisa que já não existe, acabas por ficar vazio.
A tristeza não dura sempre. A tristeza dura até limpares as lágrimas e seguires. Seguires em frente ou para onde o destino te levar. Afinal já superaste tantas pessoas e ela é só mais uma.
Não te contentes com alguém que simplesmente não te quer. Aos teus olhos ela é a pessoa mais bonita, com os melhores atributos, com a melhores qualidades. Aos teus olhos não vês nada de errado. Mas ela não te quer mais ou já não te vê da mesma maneira. És a melhor pessoa com ela, a mais carinhosa, a mais querida, mas isso não adianta, ela não te quer, não vê nada dessas coisas em ti.
Aprende a viver com os factos, com a realidade.
Não adianta passares horas à espera de uma chamada que não vem. Não adianta lembrares de coisas que passaram juntos, de musicas que vos uniam, da roupa que ela deixou em tua casa ou do cheiro na tua almofada. A verdade é que nunca vais poder apagar nada do que se passou mas não te sujeites ao sofrimento por alguém que não te quer, não sujeites o teu pensamento a reviver mil vezes a mesma coisa que já não existe, acabas por ficar vazio.
A tristeza não dura sempre. A tristeza dura até limpares as lágrimas e seguires. Seguires em frente ou para onde o destino te levar. Afinal já superaste tantas pessoas e ela é só mais uma.
domingo, 28 de julho de 2013
Ouvi dizer que era amor.
Todos os dias conheces pessoas. Seja a tua vizinha do lado, o novo empregado do café habitual, seja nas redes sociais. Conheces. Mas não convives. Elas apenas existem ao teu olhar, se um dia acontecer alguma coisa, és capaz de reconhece-las: pela forma como caminham, pelos ténis de marca que costumam usar, pelas feições.
Outras vezes conheces e convives. Tornam-se típicos conhecidos ou amigos com quem vais apreciar um dia de praia, com quem jogas à bola às quintas à noite, com quem te divertes ou a quem apenas saúdas todas as manhãs a caminho da escola.
E ainda há outras em que conheces alguém e esse alguém permanece na tua cabeça. Permanece nas entranhas mais profundas do teu corpo. Sabes? Aquela pessoa que está sempre no teu pensamento seja em que ocasião for. Aquela a quem conheces a roupa o cheiro, o modo de andar, de agir, os sinais que tem no corpo. Aquela pessoa com quem imaginas um futuro daqui a 10 ou 15 anos. Aquela pessoa que imaginas que daria a pessoa ideal para ti e que estaria disposta a ir para África contigo só porque gostas de girafas. Irónico, não é? Muitas vezes, conheces aquela pessoa e imaginas mundos e fundos com ela.
Ouvi dizer que se chama amor. Conhecer alguém e desejá-la. Desejá-la com todas as forças. Querer acordar com a cabeça sobre a sua almofada. Olhá-la e sentir um misto de emoções fortes pelo corpo. Não. Não são borboletas. É mais forte. Não faz cócegas. Aperta! É ter o abraço dela como uma zona do conforto. É saber distinguir os passos dela no meio de uma multidão. É saber que o dia com ela nunca acaba. É não ter preconceitos por mais nua que esteja. É tornar os defeitos dela em coisas com que te possas rir e fazer rir. É saber aceitar. É saber dar e partilhar.
E enquanto escrevo isto sei perfeitamente quem permanece na minha cabeça.
Tu sabes quem permanece na tua?
Outras vezes conheces e convives. Tornam-se típicos conhecidos ou amigos com quem vais apreciar um dia de praia, com quem jogas à bola às quintas à noite, com quem te divertes ou a quem apenas saúdas todas as manhãs a caminho da escola.
E ainda há outras em que conheces alguém e esse alguém permanece na tua cabeça. Permanece nas entranhas mais profundas do teu corpo. Sabes? Aquela pessoa que está sempre no teu pensamento seja em que ocasião for. Aquela a quem conheces a roupa o cheiro, o modo de andar, de agir, os sinais que tem no corpo. Aquela pessoa com quem imaginas um futuro daqui a 10 ou 15 anos. Aquela pessoa que imaginas que daria a pessoa ideal para ti e que estaria disposta a ir para África contigo só porque gostas de girafas. Irónico, não é? Muitas vezes, conheces aquela pessoa e imaginas mundos e fundos com ela.
Ouvi dizer que se chama amor. Conhecer alguém e desejá-la. Desejá-la com todas as forças. Querer acordar com a cabeça sobre a sua almofada. Olhá-la e sentir um misto de emoções fortes pelo corpo. Não. Não são borboletas. É mais forte. Não faz cócegas. Aperta! É ter o abraço dela como uma zona do conforto. É saber distinguir os passos dela no meio de uma multidão. É saber que o dia com ela nunca acaba. É não ter preconceitos por mais nua que esteja. É tornar os defeitos dela em coisas com que te possas rir e fazer rir. É saber aceitar. É saber dar e partilhar.
E enquanto escrevo isto sei perfeitamente quem permanece na minha cabeça.
Tu sabes quem permanece na tua?
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Resistes ou deixas-te ir?
"Droga - do francês drogue (...) é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias."
A verdade é que a palavra droga, hoje em dia, é utilizada em contextos reprovadores. Droga é algo que vicia, que faz alguém depender que alguma coisa. Droga leva à perda parcial ou total da consciência humana, do que é considerado mental. Droga destrói. Droga mata.
Gostava de poder dizer que nunca presenciei nada, que sou ingénua, inocente, que nunca sequer ouvi falar de drogas, mas estaria a mentir.
Está tudo tão perto que quase posso tocar. Eu vi. Estava lá. Senti. Tenho aquela imagem na cabeça, dia após dia, sonho após sonho.
Não consigo entender o porquê, o como. A frase "todos os vícios que temos, somos nós que os criamos, o ser humano nasce como uma tábua lisa, sem vícios." deixa de fazer sentido. Deixaste-te ir pela tentação, pelo caminho mais fácil e ver-te desmoronar é uma dor insuportável que carrego comigo. É frustrante não saber como ajudar-te, afinal tens pedaços de mim e eu de ti e é inacreditável não conseguir entender o que vai na tua cabeça.
Quero encontrar-te onde quer que estejas. Quero ir buscar-te ao inconsciente. Quero que voltes.
Droga destrói. Droga mata. E a ti, desejo-te vivo.
A verdade é que a palavra droga, hoje em dia, é utilizada em contextos reprovadores. Droga é algo que vicia, que faz alguém depender que alguma coisa. Droga leva à perda parcial ou total da consciência humana, do que é considerado mental. Droga destrói. Droga mata.
Gostava de poder dizer que nunca presenciei nada, que sou ingénua, inocente, que nunca sequer ouvi falar de drogas, mas estaria a mentir.
Está tudo tão perto que quase posso tocar. Eu vi. Estava lá. Senti. Tenho aquela imagem na cabeça, dia após dia, sonho após sonho.
Não consigo entender o porquê, o como. A frase "todos os vícios que temos, somos nós que os criamos, o ser humano nasce como uma tábua lisa, sem vícios." deixa de fazer sentido. Deixaste-te ir pela tentação, pelo caminho mais fácil e ver-te desmoronar é uma dor insuportável que carrego comigo. É frustrante não saber como ajudar-te, afinal tens pedaços de mim e eu de ti e é inacreditável não conseguir entender o que vai na tua cabeça.
Quero encontrar-te onde quer que estejas. Quero ir buscar-te ao inconsciente. Quero que voltes.
Droga destrói. Droga mata. E a ti, desejo-te vivo.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Não consigo separar o presente do passado. Não consigo esquecer as coisas e seguir em frente. Fica tudo recalcado à espera do momento certo para surgir, para me atormentar. Não consigo segurar os meus pensamentos. Dou por mim, de madrugada, a pensar em coisas que me feriram e continuam a ferir, cada vez mais por não saírem da minha cabeça. Não consigo segurar os meus sentimentos. Apego-me facilmente e não consigo deixar as pessoas ir. Queria conseguir mante-las comigo para sempre. Queria criar laços, todos os dias, cada vez mais. Queria conseguir perdoar. Queria conseguir esquecer. Queria conseguir abrir a minha mente para coisas novas, boas, saudáveis, mas há coisas que permanecem e teimam em ficar. Não consigo, simplesmente não consigo.
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